Fisioterapia Pediátrica individualizada, no conforto do ambiente da criança
O atendimento é planejado a partir da avaliação fisioterapêutica e considera a idade, o desenvolvimento, as necessidades específicas da criança e a rotina de cada família.
A avaliação é o primeiro passo para compreender como a criança está se desenvolvendo e identificar quais aspectos precisam de atenção. Durante a avaliação, observo, entre outros aspectos:
- Desenvolvimento motor
- Tônus e força muscular
- Postura e movimentação
- Mobilidade
- Simetrias corporais
- Controle de cabeça e tronco
- Aquisição de habilidades motoras
- Qualidade dos movimentos
- Necessidades específicas de cada criança
Ao final, os achados são discutidos com a família e, quando necessário, são estabelecidos objetivos e estratégias para o acompanhamento fisioterapêutico.
O desenvolvimento motor acontece de forma progressiva e cada criança apresenta suas próprias características. O acompanhamento fisioterapêutico pode ser indicado quando existem dúvidas ou dificuldades relacionadas à aquisição de habilidades motoras, alterações observadas pelos responsáveis ou profissionais que acompanham a criança, ou quando é necessário um acompanhamento mais próximo desse processo. O trabalho pode envolver habilidades como:
- Controle de cabeça
- Rolamento
- Apoio e permanência em diferentes posições
- Controle de tronco
- Sentar
- Engatinhar
- Ficar em pé
- Marcha
- Coordenação e organização dos movimentos
O objetivo é favorecer experiências motoras adequadas às necessidades e ao momento de cada criança.
Alguns bebês apresentam preferência persistente por olhar ou permanecer com a cabeça voltada para um lado, dificuldade para movimentar o pescoço ou alterações no formato da cabeça. A fisioterapia pode auxiliar na avaliação e no acompanhamento de situações como:
- Torcicolo
- Preferência postural
- Plagiocefalia
- Braquicefalia
- Assimetrias de cabeça e tronco
- Alterações relacionadas ao posicionamento
Além do atendimento, a família recebe orientações para que o posicionamento e os estímulos possam ser incorporados à rotina do bebê.
A fisioterapia respiratória pediátrica pode fazer parte do cuidado de bebês e crianças que apresentam alterações respiratórias e necessidade de acompanhamento fisioterapêutico. A conduta é individualizada de acordo com a avaliação e o quadro apresentado pela criança.
Além das técnicas utilizadas durante o atendimento, os responsáveis recebem orientações relacionadas aos cuidados e à observação dos sinais apresentados pela criança.
Atendimento Domiciliar
Por que atender a criança em casa?
O ambiente em que a criança vive faz parte da sua rotina e também pode contribuir para um atendimento mais funcional. No atendimento domiciliar, consigo observar a criança em seu próprio ambiente e adaptar as orientações às possibilidades reais da família. Isso permite:
- Maior conforto para a criança
- Atendimento individualizado
- Orientações relacionadas à rotina real da família
- Participação dos responsáveis durante o processo
- Estratégias que podem ser incorporadas ao cotidiano
O objetivo é que a fisioterapia não fique restrita ao momento da sessão, mas possa fazer parte da rotina de maneira possível e significativa.
Como funciona o atendimento domiciliar?
1. Primeiro contato: Conversamos sobre a necessidade da criança, principais dúvidas e objetivo da família.
2. Avaliação: Realizo uma avaliação fisioterapêutica individualizada para compreender as necessidades da criança.
3. Planejamento: A partir dos achados, definimos os objetivos e a necessidade ou não de acompanhamento.
4. Acompanhamento: As sessões são planejadas de acordo com a evolução da criança, sempre com participação e orientação da família.
